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Câncer cutâneo ocupacional- Tratado de Toxicologia Ocupacional,Suelen Queiroz

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Câncer cutâneo ocupacional- Tratado de Toxicologia Ocupacional,Suelen Queiroz

Mensagem por Tratado de Toxicologia em Qui Dez 16, 2010 12:25 am

Câncer cutâneo ocupacional
A exposição de trabalhadores desprotegidos ou mal protegidos, da radiação solar, é a maior causa atual de câncer cutâneo ocupacional. Outros agentes químicos quando em contato habitual com a pele podem igualmente causar cânceres cutâneos.
Dentre os mais importantes destacamos: creosoto, pixe, arsênico, óleos usados, graxa usada, agente químicos com presença de alguns hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e outros. Quadro 4.
A maior incidência de tumores cutâneos em trabalhadores de pele clara (caucasianos) expostos à luz solar é fato constatado. A incidência de epitelioma baso e espinocelular é mais freqüente nestes trabalhadores.
O estado do Arizona apresenta alta incidência de exposição à radiação solar. Estudo recente, realizado nesse estado, em mais de cem mil pessoas, mostrou que a incidência de câncer cutâneo é da ordem de 270/100.000 em ambos os sexos e que caucasianos apresentam taxas
10 vezes maiores que hispânicos (HARRIS, 2001). O carcinoma do tipo basocelular é aquele que ocorre com maior freqüência, cerca de 75%; todavia, o melanoma que, em 1935, tinha a incidência 1/1.500 atingiu, em 2000, a marca de 1/74 (LIM et al, 2001) Quanto à localização, 65% dos carcinomas espino-celulares estavam localizados na face e região do pescoço, 20% nos braços, 14 % nos membros inferiores das mulheres
e 3% nos membros inferiores dos homens. Câncer cutâneo por outras fontes de UV. Exposição crônica à solda elétrica nos vários tipos usados na indústria de soldagem, e sem a devida proteção cutânea, podem causar eritemas repetidos nas áreas expostas
e que, com o tempo, podem determinar o aparecimento de câncer cutâneo nessas áreas, principalmente do tipo basocelular. Crê-se, ainda, que ocorra uma maior incidência de melanomas em trabalhadores de pele clara expostos à luz solar (ZHAO, 1998; WANG; SETLOW; BERWICK, 2001).
3.9.1 Prevenção
Fatores importantes: evite a exposição nos horários de pico, isto é, entre 10h e 15h. Use protetor adequado para o tempo que vai se expor e para a cor da sua pele. É muito importante usar corretamente o protetor solar; recomenda-se reaplicá-lo 15 a 30 minutos após a exposição. O protetor solar é, erroneamente, uma das primeiras alternativas usadas na prevenção e seu uso inadequado pode gerar falsa sensação protetora. Estudos nesse sentido mostram que o protetor solar não protegeu o usuário em 55% das vezes (WRIGHT, M; WRIGHT, S.; WAGNER, 2001). Em trabalho externo, caso ocorra sudorese profusa, tornase necessário nova aplicação nas áreas expostas à luz duas a três horas após a primeira aplicação (DIFFEY, 2001).
A proteção adequada consiste no uso correto de óculos, chapéu, boné com abas e vestuário com mangas compridas. Vestuários com capacidade de retenção da luz UV estão sendo comercializados em alguns países e seu aperfeiçoamento irá contribuir para a melhor proteção do trabalhador. Tecidos de algodão e de viscose são testados in vitro por meio de espectrofotometria, e in vivo por meio da Dose Eritematosa Mínima (DEM) com o tecido e sem o tecido. Os resultados mostraram que se podem conseguir bons índices de proteção com o uso desse tipo de vestuário (HOFFMANN, 2000). A cor do vestuário e o uso de detergentes e agentes derivados da triazina, que absorviam a radiação UV, aumentaram a capacidade de proteção em mais de quatro vezes (STEVEN, 2001). Use óculos escuros apropriados quando houver necessidade de exposição prolongada em ambientes com forte emissão de luz UVA e/ou UVB: em algumas situações de trabalho, e dependendo do tipo de cor da pele, o uso de fotoprotetores pode ser útil.
Os fabricantes de roupas de proteção contra a emissão de luz UVA e UVB mostram a seguinte tendência classificando a proteção oferecida por tecidos diferentes em três categorias:
Boa proteção.........UPF 15 a 24
Muito boa............... UPF 25 a 39
Excelente …..............UPF 40 a 50
(Obs.: UPF = unidade fator de proteção O fator de proteção UPF mede a proteção que o vestuário com tecido específico confere à pele. Por exemplo: vestuário com fator de proteção 50, isso significa que apenas 1/50 da luz UV consegue penetrar pelo tecido, ou seja, apenas 2% dos raios conseguem atravessar o tecido atingindo a pele. Os fabricantes trabalham com tecidos cujo fator UPF varia de 15 a 50.
Dependendo do tipo de atividade, escolhemos o fator que o trabalhador deve usar. Se a exposição for de 8 horas/ dia devo escolher fator 50 que irá conferir 98% de proteção, se a exposição for menos intensa, podemos utilizar fator 15 que irá conferir 93% de proteção contra UVA e UVB. Importante: na medida em que o vestuário envelhece e recebe lavagens sucessivas, seu poder de proteção diminui. A lavagem desses vestuários com branqueadores óticos e agentes químicos apropriados podem manter sua capacidade protetora.

Suelen Queiroz(estudante de medicina da Universidade Federal do Paraná)
autora da obra:Tratado de Toxicologia Ocupacional
obra a venda nos sites:
www.biblioteca24X7.com.br
www.amazon.com
dúvidas:
e-mail:tratadodetoxicologiaocupacional@hotmail.com
ou
http://www.wix.com/sutitaneo/toxicologiaocupacional

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